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16 de março de 2007

PERFORMANCE ENERGÉTICA HUMANA

Cheguei à conclusão que, se o corpo humano fosse um carro, faria 200km por litro e seria ultra-flex em termos de combustível. Funcionaria como o De´Lorean de "Back to the Future II", com o Mr. Fusion inclusive, que permitia alimentar o capacitor de fluxo da máquina do tempo com qualquer coisa: de gasolina à casca de ovo.

Entendo porque existem tantas histórias sobre máquinas tentando exterminar a humanidade. A maior parte delas conta que as máquinas não viam lógica na humanidade. Mas acho que se algo assim ocorresse de verdade, seria motivado por inveja das máquinas por nós. Veja bem: enquanto que um robô do meu tamanho precisaria de mais de R$100,00 de energia elétrica para funcionar por um dia, eu gastaria R$4,00 comendo uma coxinha, um churros e um guaraná caçulinha no centro da cidade. É incrível a curva de consumo energético do corpo humano.

Se eu faço 2 horas de exercício puxadíssimo (esteira, musculação, etc) eu perco no máximo 1Kg, e destes, mais da metade em líquidos que recupero nos dois copões de água que bebo assim que chego em casa. Mas se eu comer um prato de macarrão (igual ao que eu comi ontem a noite e que está me dando sentimento de culpa incrível) eu vou consumir 50% da energia dele, e os outros 50% eu guardo, sendo que o "guardar" é acumular gordura.

Entendo biológicamente como isso ocorre, mas não consigo deixar de pensar no quanto isso é injusto. De tantos exercícios que faço, chego exbudegado no final de semana, e meus jhoelhos já começam a doer. Ontem eu estava com 92Kg, o que significa que já eliminei 8kg. É bastante, mas ainda falta muito se pensar na minha meta de 78Kg. Vale a pena todo este sofrimento? Com certeza. Mas não é nada fácil...

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